Apresentamos aqui a 13ª edição do Informativo Somos MROSC. A publicação oferece uma visão sobre o cenário atual do Congresso Nacional, destacando propostas legislativas em tramitação na Câmara dos Deputados e no Senado Federal que interessam às Organizações da Sociedade Civil (OSC).
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Texto completo (transcrição)
MARÇO DE 2022
Nº
13
I NFORMATI VO
MARÇO 2022
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SOMOS MROSC
O boletim informativo “Somos MROSC” oferece uma visão
sobre o cenário atual do Congresso Nacional, destacando
propostas legislativas em tramitação na Câmara dos
Deputados e no Senado Federal que possam interessar
às Organizações da Sociedade Civil (OSC). O objetivo
desta publicação é manter as organizações signatárias da
Plataforma MROSC informadas sobre proposições que
impactem o ambiente jurídico das OSC e sobre a atuação da
própria Plataforma MROSC.
CONGRESSO TEM RETORNO PRESENCIAL AINDA
INCERTO
O retorno às atividades presenciais previsto inicialmente para depois do feriado de
carnaval, foi suspenso por ato da Mesa Diretora da Câmara, por tempo indeterminado.
A medida atinge apenas os parlamentares.
O Ato da Mesa 227/2022 foi justificado como forma de manter, por tempo indeterminado, o Sistema de Deliberação Remota (SDR) prioritariamente de modo virtual,
evitando a necessidade de deslocamento presencial dos deputados e deputadas até as
dependências da Câmara dos Deputados.
Tanto o Senado Federal quanto a Câmara dos Deputados revogaram a obrigatoriedade do uso de máscaras em suas dependências. No Distrito Federal, a obrigatoriedade
do uso de máscaras em lugares fechados vinha sendo adotada desde 2020 e foi revogado no dia 10 de março.
COMISSÕES PERMANENTES
As comissões permanentes da Câmara continuam sem indicação dos respectivos e respectivas presidentes. O impasse
impacta diretamente a tramitação de propostas pelas comissões
de méritos, designações de audiências públicas, visitas externas,
indicações aos órgãos do Executivo, etc. Assim, toda a análise de
propostas passa a ser feita exclusivamente pelo Plenário da Casa.
O impasse, ao que tudo indica, só será resolvido após o término da chamada janela
partidária, que é o prazo final (1º de abril) para a troca de partidos sem perder o mandato para poder concorrer ao pleito deste ano.
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SOMOS MROSC
No Senado Federal, o mandato para o comando das Comissões tem duração
de dois anos e não é permitida a reeleição. A pandemia de covid-19 provocou a diminuição da atividade legislativa nas comissões. A partir do dia 17 de março de 2020
as reuniões presenciais foram suspensas e somente algumas comissões temporárias
continuaram deliberando de forma remota. Foi o caso da comissão para acompanhar as ações federais de combate à pandemia e a da reforma tributária.
Em vez de tramitar nas comissões permanentes, os projetos passaram a ser
discutidos e votados diretamente no Plenário, por meio de sessões remotas. Já no
segundo semestre de 2020 o Senado passou a realizar reuniões semipresenciais em
algumas comissões permanentes para aprovar indicações de embaixadores, de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e de diretores de agências reguladoras.
ALGUNS DESTAQUES A RESPEITO DE PROPOSTAS
APROVADAS NESTE INÍCIO DE ANO
CÂMARA APROVA PROJETO QUE GARANTE REPASSE A
PRESTADORES DO SUS QUE NÃO CUMPRIRAM METAS
A Câmara aprovou no último dia 15 de março o Projeto de Lei 2753/21, do Senado, que garante os repasses financeiros às entidades prestadoras do Sistema Único
de Saúde (SUS), dispensando-as do cumprimento das metas em razão da pandemia
de Covid-19. Devido às mudanças, a proposta volta ao Senado.
De acordo com o substitutivo do relator, essas entidades serão dispensadas de
cumprir as metas quantitativas e qualitativas dos contratos até 30 de junho de 2022.
CÂMARA APROVA PEC QUE PERMITE PERMUTA ENTRE ESTADOS
DIFERENTES DE JUÍZES DA JUSTIÇA ESTADUAL
A Câmara dos Deputados aprovou, em dois turnos, proposta de emenda à
Constituição que permite a permuta de local de trabalho de juízes da Justiça estadual
de estados diferentes. A matéria será enviada ao Senado.
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ATO PELA TERRA E AS PAUTAS
SOCIOAMBIENTAIS
Presidente do Congresso se compromete a não pautar o “pacote da destruição” ao mesmo tempo em que a
Câmara dos Deputados aprova urgência de projeto que
permite mineração em terra indígena
O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco, prometeu cautela na análise de cinco projetos de lei listados pelo “Movimento 342 Amazônia” como
danosos aos interesses socioambientais. O compromisso foi feito na quarta-feira (9)
durante o evento Ato pela Terra, que reuniu artistas e entidades da sociedade civil
em Brasília.
O movimento chama de “pacote da destruição” as propostas que tratam de
licenciamento ambiental (PL 3729/04); mudança nas regras de registro de agrotóxicos (PL 6299/02) e regularização fundiária (PL 2633/20), além de outros dois projetos
ligados ao marco temporal (PL 490/07) e à exploração mineral (PL 191/20) em terras
indígenas.
Alguns já foram aprovados na Câmara dos Deputados. Após se reunir com artistas e organizadores do Ato pela Terra, Rodrigo Pacheco garantiu que essas propostas não terão análise acelerada no Senado.
“É uma das mais belas manifestações da sociedade civil que
este Congresso Nacional já viu. Nós vamos ter toda a cautela
porque não podemos ser compreendidos – nem o Congresso Nacional nem o nosso país – como párias internacionais
afastados da pauta do meio ambiente”, disse.
O cantor e compositor Caetano Veloso, porta-voz dos artistas durante o encontro, leu uma carta entregue a Pacheco e fez um apelo: “O desmatamento na Amazônia saiu do controle. A violência contra indígenas e outros povos tradicionais aumentou. Uma série de projetos de lei ora em pauta no Congresso Nacional pode tornar a
situação ainda mais grave. Se aprovadas, podem permitir o desmatamento, o garimpo em terras indígenas e desproteger a floresta contra a grilagem.”
Pacheco assumiu o compromisso de que “nenhum desses projetos será diretamente pautado no Plenário do Senado Federal sem a apreciação e a tramitação
devida no âmbito das comissões permanentes e temáticas da Casa”.
Ele ressaltou a necessidade de diálogo e de pontos de convergência para que
tais propostas não sejam confundidas com grilagem de terra e “passe livre para o
desmatamento e a violação ambiental”.
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NO MESMO DIA DO ATO PELA TERRA,
A CÂMARA APROVA URGÊNCIA DE
PROJETO QUE PERMITE MINERAÇÃO
EM TERRA INDÍGENA
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, por
279 votos a 180, o requerimento do líder do governo, deputado, para tramitação em regime de urgência do Projeto
de Lei 191/20, sobre a mineração em terras indígenas.
Ao anunciar a votação do requerimento na quarta-feira (9), o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou também que a proposta será analisada por um grupo de trabalho e só será
incluída na pauta em abril. A decisão, segundo ele, é parte de acordo entre líderes da
base e da oposição.
“Como nós não temos as comissões instaladas, vamos autorizar a formação de
um grupo de trabalho com, em tese, 20 deputados – na proporção de 13 deputados
da maioria e 7 da minoria – com prazo acertado entre os líderes de 30 dias para que
o projeto venha ao Plenário na primeira quinzena de abril”, disse.
CONGRESSO DERRUBA VETO
À DISTRIBUIÇÃO GRATUITA DE
ABSORVENTES
O Congresso Nacional derrubou o veto do presidente Jair Bolsonaro à distribuição gratuita de absorventes higiênicos para estudantes carentes dos ensinos fundamental e médio, mulheres em situação de vulnerabilidade e presidiárias.
A distribuição gratuita de absorventes era um dos trechos vetados do projeto
(PL 4968/19) que originou a lei de criação do Programa de Proteção e Promoção da
Saúde Menstrual (Lei 14.214/21). O Congresso decidiu na quinta-feira (10) que todos
os trechos vetados serão incorporados à lei.
Esta é uma vitória das organizações feministas e de todos os movimentos sociais que se mobilizaram desde a apresentação e tramitação da proposta.
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PRONAS E PRONON NÃO ESTÃO MAIS
EM VIGOR MAS PL QUE ESTENDE SUA
VALIDADE SEGUE PRONTO PARA SER
VOTADO
LINK EXTERNO
Pronto para ser votado desde o ano passado, o Projeto de
Lei 5307/20, que renovaria ambos os programas, está parado
na Câmara dos Deputados, em plenário desde agosto de 2021.
interrupção da Lei de Incentivo ao Programa Nacional de Apoio à Atenção
Oncológica (PRONON) e o Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (PRONAS/PCD) está prejudicando centenas de entidades sem
fins lucrativos em todo o país que não podem captar recursos para novos projetos
nestas áreas. Com o intuito de expandir a oferta da prestação dos serviços médicos, hospitalares e assistenciais e apoiar campos de atuação que atualmente as organizações da área da saúde não têm recursos, os programas trouxeram grandes
avanços para o campo da sociedade civil organizada no Brasil.
A prorrogação do prazo do PRONON e PRONAS/PCD, objeto do Projeto de
Lei 5307/20, já foi aprovado no Senado Federal e está na Câmara dos Deputados
aguardando deliberação do plenário. A prorrogação traria recursos para fundos de
incentivos a ações de entidades privadas sem fins lucrativos que atuam no tratamento do câncer e de pessoas com deficiência, através da dedução do Imposto de
Renda (IR) até o ano-calendário de 2025, para PF, e até 2026, para PJ. Até o momento, o PL está parado e não há movimentação no processo desde agosto de 2021.
A Plataforma MROSC fez uma Nota Técnica sobre o tema e enviou para todos
os parlamentares e segue na mobilização para o retorno deste importante incentivo fiscal para a área da saúde e das pessoas com deficiência.
O texto completo da NT pode ser acessado aqui
http://plataformaosc.org.br/plataforma-mrosc-elabora-nota-tecnica-sobre-o-pl-5-307-2020/
SENADO APROVA LEI PAULO
GUSTAVO
O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira
(15), em decisão final, o projeto de lei que libera R$
3,86 bilhões do Fundo Nacional de Cultura (FNC) para fomento de projetos culturais (PLP 73/2021). O texto, batizado de “Lei Paulo Gustavo”, segue agora para
sanção presidencial que deve ocorrer em 15 dias úteis a contar da data do recebimento do documento pelo Poder Executivo.
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O dinheiro sairá do superávit financeiro do FNC e será operado diretamente
pelos estados e municípios. A proposta também altera a Lei de Responsabilidade
Fiscal para permitir que os entes federativos excluam os recursos recebidos da meta
de resultado primário.
O texto aprovado foi o substitutivo da Câmara dos Deputados, mas duas mudanças foram rejeitadas pelo relator. Ele restabeleceu a população LGBTQIA+ entre
os grupos cuja participação deve ser assegurada pelos estados e municípios entre os
projetos contemplados pelo financiamento. Também foi recuperado o prazo de 90
dias (a partir da publicação da lei) para que o dinheiro seja enviado aos entes federativos – na versão da Câmara, esse prazo seria para a Secretaria Especial da Cultura,
do Ministério do Turismo, definir diretrizes para a aplicação dos recursos.
A lei tem o objetivo de ajudar na recuperação do setor cultural após as perdas
acumuladas durante a pandemia de covid-19. O seu nome popular homenageia o
ator Paulo Gustavo (1978-2021), um dos principais humoristas do Brasil, que morreu
no ano passado após longa internação por causa da doença.
PLATAFORMA MROSC SE REÚNE COM
ASSESSORIA DE SENADORA PARA TRATAR DA
REFORMA TRIBUTÁRIA
A Plataforma MROSC participou de reunião com a assessora da Senadora Eliziane Gama no dia 4 de março para tratar da PEC 110/2019 e da emenda 162, apresentada pela Senadora. Na ocasião a Plataforma MROSC reforçou a necessidade de
destaque da Emenda 162 uma vez que embora o relator, Senador Roberto Rocha,
tenha apresentado voto pela aprovação da Emenda 162/2021, na prática nenhum
dispositivo do relatório faz referência expressa às propostas da Plataforma.
COM TEXTO PRONTO, REFORMA
TRIBUTÁRIA CONTINUA SEM DATA
PARA VOTAÇÃO NO SENADO
Na última quarta-feira, dia 16 de março, a PEC da reforma tributária (PEC 110/2019) que tramita no Senado foi discutida na Comissão de Constituição e Justiça(CCJ).
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Mesmo após as reuniões com assessorias de parlamentares para articulação,
realizadas pelo Grupo de Trabalho de Incidência da Plataforma MROSC, a votação
aconteceu sem destaque, defesa ou tentativa de negociação para que o relator incorporasse a Emenda n. 162/2021 em seu relatório.
Em seu relatório, o Relator, Senador Roberto Rocha (PSDB/MA), votou pela
aprovação da Emenda 162/2021, mas na prática nenhum dispositivo do Substitutivo
faz referência expressa às propostas da Plataforma.
A Plataforma reafirma seu posicionamento, entendendo que não houve contemplação a sua proposta e segue tentando incluir suas pautas, entendendo o processo de mobilização como produtivo.
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 110/19 deve ser votada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na semana de 4 a 8 de abril, segundo o presidente
do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
RELEMBRE A EMENDA N. 162/2021 DA PLATAFORMA
MROSC
A proposta que está sendo pleiteada junto a parlamentares e assessorias defende a ideia de que solidariedade não se tributa, por meio da promoção de quatro
alterações constitucionais. A primeira delas, no art. 150, da Constituição, veda a tributação sobre doações a organizações da sociedade civil sem fins lucrativos, desde
que empenhadas diretamente em iniciativas de superação da pobreza, da desigualdade social e na construção de uma sociedade solidária e demais ações de interesse
público. Ora, não faz sentido dar o mesmo tratamento tributário para doações privadas e doações com finalidade de interesse público.
Além disso, restringe-se o universo de organizações da sociedade civil que praticam ações de interesse público, tais como o alcance dos objetivos da República,
previsto no artigo 3º da Constituição.
A outra alteração no art.150 resolve a polêmica jurisprudencial ao abarcar, na
vedação à instituição de imposto sobre patrimônio, renda ou serviços das instituições de saúde, ao lado das de educação e de assistência social, sem fins lucrativos.
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O acréscimo do parágrafo 5º ao artigo 174 da Constituição objetiva propor um
regime de tratamento diferenciado às organizações da sociedade civil sem fins lucrativos que sejam dedicadas e estejam operando atividades que contribuam no alcance dos objetivos previstos no art. 3º desta Constituição. Assim, a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios apoiarão e estimularão as organizações da
sociedade civil sem fins lucrativos, por meio da garantia de tratamento diferenciado
e favorecido às organizações; de incentivos econômicos e fiscais para a atuação das
organizações; e da não incidência tributária a doações e outros ingressos destinados
às suas finalidades.
Por fim, a alteração no parágrafo 7º do art.195 visa à correção de expressão
erroneamente grafada que gerou longos debates jurisprudenciais. É sabido que a
Constituição promove imunidades, e não isenções.
A Plataforma MROSC pleiteou junto a lideranças partidárias a possibilidade de
que a Emenda 162 fosse destacada, mas sem sucesso.
SOBRE A EMENDA N. 233/2021 QUE TRATA DO
IMPOSTO SOBRE DOAÇÕES
O relator da proposta, sen. Roberto Rocha (PSDB/MA) afirmou ter acatado em
seu relatório a emenda nº 233, da Senadora Mara Gabrili (PSDB/SP), que prevê a imunidade do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) sobre doações
e transmissões efetuadas em favor de organizações da sociedade civil. Em coletiva
de imprensa após o encerramento da discussão da PEC 110/2019, o Presidente do
Senado Federal, Rodrigo Pacheco, afirmou acreditar existir possibilidade concreta de
discussão e aprovação desta proposição na CCJ neste ano.
CONTINUAM AS RESTRIÇÕES DE
ACESSO AO CONGRESSO
A entrada às dependências do Congresso Nacional
continuam restritas por Atos da Mesa Diretora. De acordo com o Art. 3º do Ato 207/2021, somente terão acesso
congressistas, servidores, terceirizados, profissionais de veículos de imprensa, assessores de entidades e órgãos, públicos, representantes de instituições de âmbito
nacional, todos previamente credenciados, salvo prévia autorização da Primeira-Secretaria.
Já o Ato 208/2021 estabelece que “a participação de parlamentares por áudio e
vídeo e a utilização de plataforma de videoconferência poderão ocorrer somente nas
sessões e reuniões não deliberativas e nas audiências públicas.”
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SOMOS MROSC
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Realização:
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Este informativo foi elaborado com a participação exclusiva da Plataforma MROSC,
não podendo, em caso algum, considerar-se que reflete a posição da União Europeia.
FICHA TÉCNICA
Elaboração: Diego Scardone e Patrick Mariano
Revisão: Candice Araujo, Igor Ferrer, Eliana Rolemberg,
Luise Villares e Laís de Figueirêdo Lopes.
Assessoria de Comunicação: Angelica Tomassini e Nívea Martins.
Comitê Facilitador da Plataforma MROSC: Abong, Cáritas Brasileira,
Cese, Esquel, Gife e Unicopas.
Projeto gráfico e diagramação: Mateus Leal
Contato com a redação: mroscplatataforma@gmail.com
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